quarta-feira, 7 de maio de 2008

4º Afonso Augusto Moreira Pena


Afonso Augusto Moreira Pena (Santa Bárbara do Mato Dentro, 30 de novembro de 1847 — Rio de Janeiro, 14 de junho de 1909) foi um político brasileiro, presidente do Brasil entre 15 de novembro de 1906 e 14 de junho de 1909, data de seu falecimento. Antes da carreira política, foi advogado e jurista.

Diplomado em Direito pela Faculdade de Direito de São Paulo em 1870, Afonso Pena foi um dos fundadores e diretor, em 1892, da "Faculdade de Livre de Direito" de Minas Gerais, atual Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais.Até hoje, Afonso Pena é o único membro do Gabinete Imperial de Dom Pedro II que se tornou Presidente da República do Brasil.

Foi governador do estado de Minas Gerais entre 1892 e 1894, sendo o primeiro governador de Minas Gerais a ser eleito pelo voto direto. Foi durante seu governo que se decidiu pela mudança da capital do estado, de Ouro Preto para a Freguesia do Curral d'El Rei, hoje Belo Horizonte. Foi presidente do Banco do Brasil, de 1895 a 1898 e depois senador por Minas Gerais.

Apesar de ter sido eleito com base na chamada política do café-com-leite, Pena realizou uma administração que não se prendeu de tudo a interesses regionais. Incentivou a criação de ferrovias, e interligou a Amazônia ao Rio de Janeiro pelo fio telegráfico, por meio da expedição de Cândido Rondon).

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3º Antônio Augusto de Lima


Antônio Augusto de Lima (Nova Lima, então Congonhas de Sabará, 5 de abril de 1859 — Rio de Janeiro, 22 de abril de 1934) foi um jornalista, poeta, magistrado, jurista, professor universitário e político brasileiro.Foi Governador de Minas Gerais (1891), decidiu a mudança da capital do estado de Ouro Preto para Belo Horizonte.

Antônio Augusto de Lima fez o curso primário no Seminário de Mariana, no Colégio do Caraça e no Liceu Mineiro de Ouro Preto. Mudou-se para São Paulo para estudar Direito, curso que concluiu em 1882. Assim que se bacharelou, retornou a Minas para advogar em Sabará. No ano seguinte, assume a promotoria pública. Logo após é nomeado juiz de Leopoldina e, em seqüência, vai magistrar em Conceição da Serra, no Espírito Santo, até maio de 1890. Deixou as terras capixabas por causa de um convite do então governador de Minas, Crispim Jacques Bias Fortes, para chefiar a polícia do Estado em Ouro Preto.

Ocupou esse cargo até 1891, quando assumiu o governo do Estado. Foi convidado pelo ministro da Justiça, Barão de Lucena, a substituir Bias Fortes, em razão de ser da corrente favorável à mudança da capital de Ouro Preto para a região do Curral Del Rei. Assumindo o governo, seu compromisso era efetivar essa transferência. Foi ele também quem iniciou as reformas do Judiciário, dos sistemas tributário e eleitoral, dos serviços de terras públicas e mineração, e das secretarias de Estado. Regulamentou o ensino primário, reorganizou a Escola de Farmácia de Ouro Preto e nomeou a comissão responsável para estudo de viabilização para a instalação da futura capital.

Assim que deixou o governo, volta a magistrar em Ouro Preto, onde é um dos fundadores e professores da Faculdade Livre de Direito. Em 1903, é eleito membro da Academia Brasileira de Letras, ocupando a cadeira número 12. Presidiu a Academia em 1928.

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2º Luiz Daniel Cornélio de Cerqueira












Professor e morador do antigo “Curral D’el Rey”, foi dele a sugestão para que o nome da cidade passasse de Novo Horizonte( o que havia sido uma alteração do capitão José Carlos Vaz de Mello) para o atual nome, Belo Horizonte.

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1º João Leite da Silva Ortiz


João Leite da Silva Ortiz
foi bandeirante um natural da Ilha de São Sebastião (São Paulo), fundou o arraial do Curral del Rei(na foto) , de que se originou Belo Horizonte, capital de Minas Gerais.

Acompanhou o sogro, Bartolomeu Bueno da Silva, nas minas, como sócio e futuro sucessor. Descobertas as minas, em 1725, sendo então João Leite delas guarda-mor, houve movida perseguição do novo governador Antônio da Silva Caldeira Pimentel a Leite e seu irmão o capitão Bartolomeu Pais, para nulificar os privilégios e mercês que de direito e por contrato tinham.

Resolveu João partir para Portugal, expôr pessoalmente ao Rei seus direitos e fazê-lo ciente dos desmandos do novo governador e do descaminho dos reais quintos por parte de seu cúmplice Sebastião Fernandes do Rego.

Partiu para alcançar a frota na Bahia, mas já tinha saído; embarcou para Pernambuco, com aplausos de todas as pessoas gradas, mas o ódio do governador o acompanhou e morreu envenenado em 1730.

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Personagens marcantes da história de Belo Horizonte


Top 15


João Leite da Silva Otriz (Bandeirante)

Luiz Daniel Cornélio de Cerqueira (morador de Curral Del Rei)

Augusto de Lima (governante provisório do novo sistema de governo)

Afonso Augusto Moreira Pena (regente após Augusto de Lima)

Aarão Reis (engenheiro)

Dr. Adalberto Ferraz da Luz (primeiro prefeito)

Raffaello Berti (arquiteto)

Juscelino Kubitscheck (prefeito)

Oscar Niemeyer, Burle Marx, Cândido Portinari, Alfredo Ceschiatti, Zamoiski e José Pedrosa ( complexo arquitetônico da Pampulha)

10º Milton Nascimento e seu clube da esquina, Skank, Pato Fu e Sepultura (música)

11º Grupo Corpo e Grupo 1º ato (dança)

12º Companhia Giramundo de Bonecos e Escola Guignard (teatro e artes plásticas)

13º Américo Renê Giannetti (empresário)

14º Carlos Drumond de Andrade, Ciro dos Anjos, Pedro Nava, Luís Vaz, Alberto Campos, Emílio Moura João Alphonsus, Milton Campos, Belmiro Braga e Abgar Renault (escritores)

15º Abílio Barreto


OBS: a ordem dos personagens não implicam á sua importância.

História de Belo Horizonte



Para ninguém ficar por fora do que vamos falar resolvemos fazer um pequeno resumo da história de Belo Horizonte.

Da pacata Fazendo do Cercado, com a chegada de viajantes e bandeirantes que por ali passavam e paravam, originou-se o Curral Del Rei. Aos poucos o arraial foi crescendo e, embora continuasse subordinado a Sabará, foi construindo cada vez mais coisas e ficando cada vez mais independente.

Quando houve a Proclamação da República(em 1889) o nome do arraial foi mudado pra Belo horizonte, e junto com a mudança de nome veio a notícia da construção da capital naquele local. Então, em 1893, a lei nº 3 foi adicionada a Constituição Estadual, determinando que a nova sede do governo fosse erguida lá.

O projeto da construção foi finalizado em 1895, e em 12 de Dezembro de 1897 Belo Horizonte foi inaugurada ainda inacabada.

Desde então são mais de 100 anos de histórias contadas de maneiras formas. Esse foi um pequeno resumo de coo a cidade nasceu, mas Belo Horizonte tem muito mais para se contar.

Belo Horizonte - Um Novo Olhar, Uma Nova Realidade ..

Agora, vamos mudar totalmente de assunto e falar um pouco Belo Horizonte. Como introdução, vai aí um texto de Célio Castro, ex-prefeito de BH, sobre a cidade.




UMA LIÇÃO DE HISTÓRIA


Na origem de toda cidade existe um sonho. Deixando para trás o que têm, aventureiros que partem para fazer a vida em um local desconhecido carregam consigo apenas a esperança de dias melhores. Para eles, só o futuro importa. Misterioso, ele desafia o homem, ao mesmo tempo prometendo prosperidade e ameaçando com incertezas e dificuldades.

A história de Belo Horizonte não é diferente. Planejada para ser a capital de Minas Gerais, a cidade surgiu num período marcado por muitas transformações. A Abolição da Escravatura e a Proclamação da República, os progressos da ciência e da indústria se espalhavam no ar uma onda de otimismo, fazendo com que se acreditasse possível construir uma sociedade perfeita. Imigrantes estrangeiros, mineiros do interior e gente de todas as partes do país vieram para cá. Buscavam empregos, melhores oportunidades de vida e, sobretudo, a modernidade. Esses bravos sonhadores ergueram a Nova Capital.

Hoje, passados cem anos, aquela aventura tornou-se memória. Os sonhos dos pioneiros deram lugar à realidade. Nem tudo saiu como planejado. Desde cedo, Belo Horizonte enfrentou problemas e logo constatou que a perfeição era inalcançável. A capital desenhada por técnicos e engenheiros, estudada e planejada com rigor científico era um cidade habitada - mais do que o traçado de suas ruas, mais que de prédios construídos, a cidade é feita de pessoas. E é no movimento diário dessa gente, no trabalho, nas escolas, nas lutas do dia-a-dia que ela ganha vida.

Nenhum plano, por mais rigoroso que fosse, seria capaz de torná-la perfeita. Mas, certamente, são as ações de cada um de seus cidadãos que podem fazer da cidade um lugar mais humano, mais justo e melhor de se viver. Esta é, precisamente, a maior lição que nos ensina a história de Belo Horizonte.